De maneira triste e dolorida o Juve perdeu a sua invencibilidade no campeonato na primeira rodada do returno, ao perder, de virada e com um jogador a mais em campo, para o Beatrix por 2 a 1. Lógico que a derrota poderia chegar a qualquer momento, o problema foi como ela chegou, com o Juve apático e completamente rendido no segundo tempo.
Na conversa pré-jogo, o técnico Zé Aurélio deu uma de Mãe Dinah e usou o exemplo do jogo do Botafogo contra o River, que havia ocorrido no meio daquela semana. Só que a idéia era não repetir o feito do time carioca…
O Juve começou bem, com uma boa marcação e equilibrando a partida, afinal, contra um time como o Beatrix precisa jogar muito bem para equilibrar o jogo. E ainda melhor para vencer. O time da Unimed, quer dizer, o Beatrix e todos os seus “segurados” jogadores fizeram seguidas e violentas faltas, a começar com Sorococaba logo aos 3 minutos de jogo. E foi numa delas que surgiu o gol do Juve: Pigo pressionou Henrique na saída de bola e o zagueirão “afastou” o atacante do Juve com uma cotovelada. Pênalti para o Juve e, ninguém sabe porque, apenas cartão amarelo para Henrique.
A galera do Beatrix chiou, berrou, reclamou e pressionou (como fizeram a partida toda). O atacante Gordo exagerou e veio discutir com o banco do Juve, chegando ao ponto de jogar um copo de água na cara do goleiro Rodão. Esse último perdeu o controle e partiu para cima do Gordo, que percebeu a cagada que fez e passou a se esconder. Rodão ficou incontrolado… a confusão, infelizmente, estava armada.
Após o juíz ter expulsado Gordo e Rodão, Tuco bateu o pênalti e abriu o placar. Os jogadores do Beatrix estavam uma pilha de nervos, mas os do Juve não souberam aproveitar o momento e assim terminou o primeiro tempo.
A partir daqui começa a parte ruim. Estranhamente o Juve voltou apático, nervoso, errando muitas saídas de bolas, passes e não conseguindo chegar ao gol do Beatrix. O adversário fazia justamente o contrário, tocava a bola, vibrava, pressionava e passou a criar ótimas chances.
O gol, que já poderia ter saído antes numa bola em que Anderson salvou em cima da linha, surgiu de um lance polêmico, num pênalti no mínimo contestável. Bola cruzada na área, ninguém cortou e no segundo pau Gustavo dividiu com o atacante. A bola resvalou em seu braço, atrás do corpo… era o motivo que o árbitro queria: pênalti, bem convertido por Binho. Pênalti ou não, o fato é que o resultado era justo.
Era também o que o Betarix queria. Quem estava bem, melhorou. Quem estava mal, piorou. E assim a pressão continuou, principalmente pela direita, com Precheca, que aproveitava o fato de não ter que marcar ninguém para trocar a lateral pela ponta. E dali surgiu um novo cruzamneto, novamente ninguém cortou e Belisco, no segundo pau, marcou de maneira estranha, meio cabeçada, meio barrigada.
Fim de jogo, festa do novo líder e clima triste do novo vice. Agora é colocar a cabeça no travesseiro, pensar nas falhas e voltar à disputa com a mesma alegria e comprometimento que é a nossa marca. Assim como faltava chão quando estávamos em primeiro, também falta agora e só depende de nós para conseguirmos uma boa classificação.
Juventude: Diego, Anderson, Mauro, Clé (Lucas), Gu; Zumbi (Gutinho), Thalão, Diogo e Pigo (Kubitza); Fortarel e Tuco
Eh só eu estar fora que sai um briga!!Nunca me divirto qdo estou aí!!!
QUE MERDA!!!rsrsrs
Galera, bola para frente, estamos atrás do Beatrix, mas, uma escorregada deles estamos na frente.
Como falei antesde viajar, agora os time estão completos, os demais adversários estaram brigando para correr atrás do prejuízo da primeira etapa.
Atenção a todos para não perdermos pontos como estes que perdemos.
VIBRAÇÃO JUVE!!!
Abraço a todos
Jonas
Ta vendo depois sou eu que sou pe’ frio rs…
Bola pra frente galera, precisamos acordar um pouco, contra o nautico dormimos no primeiro tempo e deu para recuperar, porem contra o Beatrix, Domingao, Paraiatinaikos (vulgo cesta basica) nao podemos durmir que dai a coisa complica.
abs e forca ai mocadinha